Decoração Escandinava: guia completo sobre a queridinha do momento.

Na arquitetura, assim como nas artes, encontramos estilos já consagrados, ainda mais quando o assunto é decoração.

Um dos estilos mais badalados atualmente e o escolhido para receber uma atenção especial neste artigo, é o Estilo Escandinavo.

Histórico:

Originou-se na Escandinávia, região que compreende os países nórdicos Dinamarca, Noruega, Suécia e Finlândia. Países com clima predominantemente frio, onde o costume acabou por se desenvolver de modo aos locais transformarem seus lares em ambientes extremamente acolhedores e aconchegantes, com o intuito de receberem amigos e familiares para as mais diversas reuniões e confraternizações.

Em virtude das baixas temperaturas, as pessoas preferem se reunir em suas casas invés de irem para bares, praças, parques e restaurantes, assim como costumamos fazer no Brasil. Diferença cultural que não impediu que o estilo ganhasse espaço no coração dos brasileiros.   

Características marcantes:

Quando falamos na decoração escandinava, as características mais marcantes, que são observadas logo de cara, são os ambientes amplos, de cores predominantemente claras que ajudam a aproveitar ao máximo a luminosidade natural sempre abundante no estilo.

Ambientes que conciliam de maneira impecável o simples com o sofisticado, o clássico com o contemporâneo e que traduzem uma decoração clean, minimalista, sóbria e natural.

Elementos principais:

Como elementos essenciais, destacamos a utilização da madeira, tapetes, peles, mantas para sofá, almofadas, quadros, pendentes de iluminação e vegetações naturais.

A madeira aparece geralmente em suas cores naturais, com a tonalidade variando de média a clara. Amplamente aproveitada nos móveis, molduras e no piso.

Já os tapetes, peles e companhia, contribuem para conferir aquele ar aconchegante que desperta logo aquela vontade de descalçar os sapatos, se aninhar no sofá, com direito a colocar os pés para cima para curtir uma tarde ensolarada.

Os pendentes são os mais diversos, desde os tradicionais fio e luminária, até os mais elegantes lustres de madeira e tecido, mas sempre mantendo a regra do menos é mais.

A vegetação natural sempre presente na decoração escandinava é geralmente composta por folhagens rígidas, brilhosas e de um verde escuro, vibrante e profundo, característico de plantas indicadas para ambientes internos.

Cores predominantes:

Quando falamos de cores no estilo escandinavo, logo nos vêm à cabeça o branco, o bege e o cinza claro, cores estas que sem dúvida são responsáveis por garantir a atmosfera peculiar do ambiente.

O preto costuma dar o ar da graça, mas geralmente não assume uma postura dominante, ficando restrito à detalhes na mobília, nas estampas dos tapetes e almofadas e/ou nas artes das composições de quadros.

O “colorido” quase sempre fica por conta das Candy Colors, mais especificamente o rosa, amarelo ou azul em tons pastéis e suaves, assim como os que são utilizados na coloração dos famosos marshmallows.

Mas não se preocupe, se você faz mais o estilo elegante, clássico, pode utilizar perfeitamente cores escuras, como o verde musgo, o azul marinho, o marsala ou variações do caramelo, por exemplo.

Quadros:

Os temas e características mais comuns dos quadros na decoração nórdica são o minimalismo, as cores claras, a tipografia, a natureza e as formas geométricas.

Composições incríveis podem ser feitas acolhendo essas temáticas, pode-se optar tanto por mais quadros de tamanhos menores, como também por menos quadros de tamanhos maiores, a regra neste quesito é a harmonia com o todo.

Em relação às molduras, são utilizadas com maior frequência as de modelo simples e caixa, basicamente por seguirem o padrão de linhas retas e discretas. Entre as cores mais usuais estão o branco, preto e os tons de madeira natural.

É comum observarmos a disposição dos quadros feita de maneira assimétrica ou com diferentes alinhamentos, ocupando grandes extensões de parede, o que atribui à decoração um ar mais despojado e intimista.

Adaptações ao clima brasileiro:

Conforme mencionado no início deste mergulho feito no estilo de decoração escandinava, trata-se de um conceito nascido em regiões de clima frio da Europa. Perfeitamente absorvido por algumas regiões de clima mais temperado em nosso país, não poderia ser levado ao pé da letra em regiões mais quentes, onde o calor reina soberano o ano todo.

 Por este motivo, surgiram algumas adaptações que permitiram “abrasileirar” a Escandinávia, sendo elas: a substituição dos tecidos pesados, lãs e peles que originalmente são utilizados para aquecer nos dias mais frios, por mantas e coberturas de sofá mais leves e tapetes de perfil mais baixo.

Outra adaptação que é vista com certa frequência, é a utilização de cores mais tropicais e algumas estampas nos tecidos e capas de almofada, sendo que nestes casos o cuidado deve ser para ousar sem perder a essência.

Por fim, é sem sombra de dúvida um estilo de decoração que cativa pela sua sobriedade, leveza e delicadeza, e que transmite uma sensação de bem-estar acolhedor a todos os que têm o prazer de desfrutar dele.

Museus para visitar sem sair de casa!

Diante da situação que vivemos atualmente, onde o mundo todo busca frear a propagação do tão falado COVID-19, as principais recomendações são: circular o mínimo possível, evitar grandes aglomerações e redobrar os cuidados com a higienização das mãos.

Observamos por todos os lados estabelecimentos fechados, pouco movimento nas ruas e máscaras, muitas máscaras.

 De certa forma, por mais que a cena seja um tanto quanto impactante, podemos considerar que ela é o reflexo do respeito, carinho e preocupação que temos uns com os outros, até mesmo com aqueles que não conhecemos.

Museu do Louvre em Paris, França.

É claro que um pouco de tempo para nós mesmos, seja por motivos externos ou por iniciativa própria, sempre tem o seu valor.

Podemos parar para colocarmos nossa rotina em dia, descansarmos um pouco, retomarmos alguns projetos que haviam caído no esquecimento e também aproveitarmos a companhia das pessoas que amamos de uma forma que a muito tempo não fazíamos.

Apesar de tudo isso, o fato é…  Com o passar dos dias falta programação para passar o tempo em casa, não é mesmo?

Pensando nisso, a Arsenal Quadros preparou uma sugestão de entretenimento especial para todos vocês, com uma temática totalmente artística e cultural, porque, afinal de contas, somos movidos pela Arte e pela missão de levá-la cada vez mais para a vida de nossos amigos e clientes.

Museu Nacional do Hermitage em São Petesburgo, Rússia.

Abaixo separamos uma lista de com mais de 10 museus que disponibilizaram parte de seus ricos acervos para visitação online.

Clique nos links em amarelo para mergulhar neste mundo maravilhoso das artes e quem sabe esse tour digital te incentive a planejar aquela viagem inesquecível para conhecer pessoalmente alguns desses presentes da humanidade quando tudo isso passar!

Pinacoteca di Brera, Milão
O centro cultural localizado na Itália contém uma das mais importantes coleções de arte italiana. Entre os destaques, há obras do mestre Giambattista Pittoni.

Galleria degli Uffizi, Florença
Leonardo da Vinci, Botticelli, Caravaggio… a coleção de obras da Galeria Uffizi é de deixar qualquer admirador de queixo caído. Ainda bem que o arquivo artístico do espaço está disponível on-line.

Musei Vaticani, Roma
O Museu do Vaticano tem mais de sete quilômetros de extensão. Além de obras importantíssimas, o espaço também abriga artefatos históricos, um dos afrescos mais importantes de Rafaello Sanzio e um corredor dedicado somente aos mapas antigos.

Museu Archeologico, Atenas
O maior da Grécia, o Museu Nacional Arqueológico é um dos mais importantes do mundo. Sua coleção, com mais de 11 000 exposições, oferece um panorama da cultura da Grécia antiga da pré-história até a antiguidade.

Museo del Prado, Madrid
O mais importante museu da Espanha e um dos mais notáveis do mundo, o Prado tem entre os destaques o quadro “As Meninas”, de Diego Velázquez. A coleção é bastante completa, com obras da pintura espanhola, francesa, flamenga, alemã e italiana.

Louvre, Paris
Talvez o museu mais famoso do mundo, o Louvre permite que os internautas façam visitas on-line por suas salas de exibição e galerias, além de contemplar a arquitetura do espaço — tudo isso sem sair de casa. É possível ver antiguidades egípcias e também a Galeria d’Apollon.

British Museum, Londres
Fundado em 1753, o British Museum tem uma coleção de cerca de 8 milhões de objetos que narram mais de 2 milhões de anos de história. No tour on-line, é possível ver alguns dos primeiros artefatos criados pelos homens até trabalhos de artistas contemporâneos.

The Metropolitan Museum, Nova York
Em uma parceria com o Google Arts & Culture, é possível ver a coleção de um dos mais importantes museus da cidade americana. Em vídeos 360º, você pode passear pelos corredores e explorar algumas das peças do arquivo do centro cultural.

Hermitage, São Petersburgo
Este é um dos maiores museus de arte do mundo. Sua vasta coleção possui itens de diversos períodos da história, assim como de muitos estilos e países. Há obras de Leonardo da Vinci. Sua biblioteca possui mais de 700 000 títulos sobre arte, cultura, arquitetura e história.

National Gallery of Art, Washington
O museu americano está entre os dez mais visitados do mundo. Sua coleção apresenta mais de 150 000 esculturas, mobiliário, fotografias, pinturas e ilustrações. Entre os destaques, estão obras de Rafaello Sanzio, Velázquez, Tiziano, Rembrandt e Vermeer.

Art Institute of Chicago
O museu de belas artes em Chicago é destaque pela sua coleção de obras do Impressionismo e foi cenário do filme “Curtindo a Vida Adoidado”. Pelo site oficial do museu é possível explorar a galeria de quadros, realizar uma visita virtual e experienciar ações interativas para peças específicas.

Museu Afro, Brasil
O museu, localizado dentro do Parque Ibirapuera, conserva um acervo de universos culturais africanos e afro-brasileiros, abordando temas como a religião, trabalho, arte, escravidão, entre outros temas ao registrar a trajetória histórica e as influências africanas na construção da sociedade brasileira. Conheça esse museu através do tour em 3D.

Museu da Acrópole, Grécia
Localizado na Grécia, o museu apresenta um acervo arqueológico das construções de Atenas. Além disso, também dispõe de uma galeria de obras de arte que serviram de inspiração para o mundo moderno

Museu da Casa de Portinari
Em São Paulo, o Museu Casa de Portinari reúne galerias, tours virtuais, entre outras formas de interação.

Museu da Imagem e do Som, São Paulo
O acervo on-line desse museu inclui fotografias, filmes, áudios e artes audiovisuais de forma geral.

Museu d’Orsay, Paris
Localizado em Paris, o museu é conhecido por ter um acervo de obras da Europa e dos Estados Unidos feitas durante os séculos 18 e 19. O Google Arts & Culture oferece uma visita virtual de suas principais salas, além de um acervo digital de todos os seus quadros, divididos em categorias.

National Museum of Modern and Contemporary Art
Localizado na Coreia do Sul, o museu possui quatro prédios no país (Gwacheon, Deoksugung, Seul e Cheongju) e conta com um grande acervo de arte moderna. No site é possível ter acesso a galeria completa e visitas para as principais exibições.

Ohara Museum of Art
Localizado no Japão, o museu é popular por ter sido a primeira galeria de arte ocidental feita no país. Inicialmente focado em obras francesas, o museu hoje contém obras de diversos países. Através do Google Arts & Culture é possível acessar a galeria de obras e ter uma visão ampla dos corredores do museu.

Pinacoteca do Estado de são Paulo
Por meio do Google Arts & Culture, o usuário pode visitar as principais salas da Pinacoteca, com visão 360º sem sair de casa.

Yad Vashem Museu do Holocausto
Com diversas fotografias, obras e objetos que existiram durante a Segunda Guerra Mundial, o museu está localizado em Israel e é um dos principais pontos de pesquisa para turistas e historiadores que desejam conhecer a vida de quem existiu no país durante o Holocausto. O usuário pode explorar o museu tanto pelo site oficial, como pela visita virtual do Google Arts & Culture.

Minimalismo

Definição
O minimalismo se refere a uma tendência das artes visuais que ocorre no fim dos anos 1950 e início dos 1960 em Nova York, alçada a principal centro artístico com o expressionismo abstrato de Jackson Pollock (1912-1956) e Willem de Kooning (1904-1997).

A efervescência cultural dos anos 1960 nos Estados Unidos pode ser aferida pelos diversos movimentos de contracultura e pela convivência de expressões artísticas díspares – da arte pop, celebrizada por Andy Warhol (1928-1987), às performances do Fluxus, cada qual exercitando um temperamento crítico particular. O minimalismo aparece nesse cenário com dicção própria, na contramão da exuberância romântica do expressionismo abstrato. Tributária de uma vertente da arte abstrata norte-americana que remonta a Ad Reinhardt (1913-1967), Jasper Johns (1930) e Frank Stella (1936), a minimal art enfatiza formas elementares, em geral de corte geométrico, que recusam acentos ilusionistas e metafóricos.

O objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros. Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador – cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais – vidro, aço, acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.

A efervescência cultural dos anos 1960 nos Estados Unidos pode ser aferida pelos diversos movimentos de contracultura e pela convivência de expressões artísticas díspares – da arte pop, celebrizada por Andy Warhol (1928-1987), às performances do Fluxus, cada qual exercitando um temperamento crítico particular. O minimalismo aparece nesse cenário com dicção própria, na contramão da exuberância romântica do expressionismo abstrato. Tributária de uma vertente da arte abstrata norte-americana que remonta a Ad Reinhardt (1913-1967), Jasper Johns (1930) e Frank Stella (1936), a minimal art enfatiza formas elementares, em geral de corte geométrico, que recusam acentos ilusionistas e metafóricos. O objeto de arte, preferencialmente localizado no terreno ambíguo entre pintura e escultura, não esconde conteúdos intrínsecos ou sentidos outros.

Sua verdade está na realidade física com que se expõe aos olhos do observador – cujo ponto de vista é fundamental para a apreensão da obra -, despida de efeitos decorativos e/ou expressivos. Os trabalhos de arte, nessa concepção, são simplesmente objetos materiais e não veículos portadores de idéias ou emoções. Um vocabulário construído de ideias como despojamento, simplicidade e neutralidade, manejado com o auxílio de materiais industriais – vidro, aço, acrílico etc. -, é o núcleo do programa da minimal art.

A noção é efetivamente incorporada às artes visuais em 1966, quando R. Wollheim se refere à produção artística dos anos 1960 como concebida com base em “conteúdos mínimos”, sem discriminar linhas e tendências, o que é feito pela crítica posterior, que permite localizar inflexões distintas no interior do minimalismo. O suprematismo de Kazimir Malevich (1878-1935), o construtivismo abstrato e o De Stijl [O Estilo] de Piet Mondrian (1872-1944) são atualizados sobretudo por Donald Judd (1928), Ronald Bladen (1918-1988) e Tony Smith (1912-1980) em trabalhos abstratos de cunho geométrico, que dialogam de perto com a estética industrial, na forma e materiais empregados. Nos volumes abertos de Judd, do início dos anos 1960, por exemplo, o artista revela estruturas e materiais. Nas formas seriadas e modulares trabalhadas em meados da década – em que coloca “uma coisa atrás da outra”, uma formulação de Judd que se torna célebre -, explora padrões e regularidades, matematicamente calculadas. As lâminas de aço de Smith operam, ora com o sentido de totalidade e inteireza, como por exemplo na peça de aço intitulada Die, 1962, ora com módulos e recortes geométricos, como em Amaryllis, 1965.

Os ready-mades de Marcel Duchamp (1887-1968) e as esculturas de Constantin Brancusi (1876-1957) aparecem como referências primeiras de outra linhagem de trabalhos, à qual se ligam os nomes de Carl Andre (1935), Dan Flavin (1933-1996) e Robert Morris (1931), que põem em xeque as distinções arte/não-arte, denunciando a institucionalização dos objetos artísticos. As toras de madeira montadas em zigue-zague de Andre, por exemplo, Cedar Piece, de 1959, remetem a Brancusi e sobretudo à célebre Endless Column. Nela, ou nas placas retangulares dispostas ao rés-do-chão que ele explora em mais de um trabalho, chamam a atenção a recusa da metáfora, da sedução decorativa ou de um conteúdo a ser decifrado. As obras de R. Morris caminham em direção semelhante: a escultura deixa o pedestal e se fixa no espaço real do mundo. A ênfase passa a ser na percepção, pensada como experiência ou atividade que ajuda a produzir a realidade descoberta. O trabalho de arte, nessa perspectiva, é definido como o resultado de relações entre espaço, tempo, luz e campo de visão do observador. Os trabalhos de Flavin – suas “propostas”, como ele as define –  interpelam o espaço de modo mais radical: a luz é difundida no espaço circundante, ocupando-o, cortando-o. Nesse sentido, o espaço está diretamente implicado no trabalho, é mais do que pano de fundo. Os tubos fluorescentes, que ele combina tamanhos, formatos, cores e intensidade de luz, criam uma ambiência arquitetônica particular, que ele denomina “decoração dramática”.

Sol LeWitt (1928-2007) e suas wall drawings [desenhos de parede] aparece entre os principais representantes da minimal art, pois ainda que os críticos não hesitem em apontar sua posição particular no movimento, pois suas obras parecem se dirigir preferencialmente à chamada arte conceitual. As obras de James Turrell (1941), Ellsworth Kelly (1923), Eva Hesse (1936-1970), Bruce Nauman e Richard Serra (1939) apresentam soluções diversas com base na pauta definida pelo minimalismo nos Estados Unidos. Em outra direção, as experiências da earthwork, de Robert Smithson (1938-1973) e Walter de Maria (1935), podem ser consideradas suas herdeiras diretas. Os trabalhos de Frederick Lane Sandback (1943) – suas linhas e barbantes que definem limites e aberturas no espaço – atestam a vitalidade de uma geração recente de minimalistas. Apesar de enraízada nos Estados Unidos, a minimal art reverbera na Europa, em obras como as de Joseph Beuys (1912-1986), Yves Klein (1928-1962), Anthony Caro (1924), entre outros.

No Brasil, obras de Donald Judd e Frank Stella estão presentes na 8ª Bienal Internacional de São Paulo (1965). Da produção nacional, destacam-se os nomes de Carlos Fajardo (1941) e Ana Maria Tavares (1958) ambos distantes de um minimalismo mais canônico. Alguns trabalhos de Fábio Miguez (1962) e Carlito Carvalhosa(1961), assim como as obras de Cássio Michalany (1949), apresentam evidentes afinidades com o programa minimalista.

Fonte: Enciclopédia Itaú Cultural

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